e embora a cupula azul desliza-se por entre os frageis dedos,
crave em meu coração a sua dor dilaceradora,
deixe-me decair em seus braços,
deixe-me definhar em seus beijos,
deixe-me perder em seus sonhos,
deixe-me sufocar em seus pedaços,
deixe-me ser prenchido pela sua existência.
até desaparecer em sua essência.
até que nós desaparecessemos para sempre dentro das profundezas da escuridão.
m. franco-
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