E a alvorada caía em si
enquanto os raios de sol retrocediam-se,
enquanto lá fora, o meu amor continuava a se encolher,
enquanto lá fora, a valsa contiuava a bailar,
enquanto lá fora, a solidão continuava a permanecer,
enquanto lá fora, a minha dor continuava a verter.
E as folhas outonais deslizavam-se por entre o ar
e o vermelho sangue marcava meus olhos,
e insistia em cortar os mais doces pulsos de tal alma
e insistia em marcar os mais frageis cantos de tal alma
que nada mais poderia ser além de solitária,
e tudo que poderiam lhe permitir era ser solitária,
enquanto lá fora, o mundo desaparecia de minha existência,
enquanto lá fora, as ondas do mais negro mar me cercavam
enquanto lá fora, a minha dor continuava a verter.
E o céu azul derramava cristais brancos que reluziam ao sol,
e que me cicatrizavam quando enfim, descobri seu olhar em mim
e o seu sorriso iluminava a escuridão embaçada,
e em meu peito a chama queimava
enquanto lá fora, o meu amor começava a despontar
enquanto lá fora, a valsa continuava a bailar,
enquanto lá fora, a solidão desaparecia,
enquanto lá fora, a minha dor diminuía.
E os primeiros raios de sol surgiam ao horizonte,
assim como a primeira petala de flor desabrochava,
assim como o amor que nascia era a corrente que nos mantinham presos,
e nada mais importava além dos braços que me recebiam todas as tardes,
porque eu nada mais podia desejar além daqueles braços tão diferentes do meu,
e a mim, nada mais cabia além de dedicar-lhe minha vida,
porque eu poderia amar a sua dor, mesmo que eu não fosse causadora dessa dor,
porque eu poderia amar o seu amor, mesmo que esse amor não fosse meu,
e ele depositava em mim o seu mais doce olhar,
e tudo o que eu poderia ver era ele,
e o meu amor lhe pertencia,
porque se não fosse para ama-lo, oh Deus, qual o sentido então, de minha existência?
enquanto os raios de sol retrocediam-se,
enquanto lá fora, o meu amor continuava a se encolher,
enquanto lá fora, a valsa contiuava a bailar,
enquanto lá fora, a solidão continuava a permanecer,
enquanto lá fora, a minha dor continuava a verter.
E as folhas outonais deslizavam-se por entre o ar
e o vermelho sangue marcava meus olhos,
e insistia em cortar os mais doces pulsos de tal alma
e insistia em marcar os mais frageis cantos de tal alma
que nada mais poderia ser além de solitária,
e tudo que poderiam lhe permitir era ser solitária,
enquanto lá fora, o mundo desaparecia de minha existência,
enquanto lá fora, as ondas do mais negro mar me cercavam
enquanto lá fora, a minha dor continuava a verter.
E o céu azul derramava cristais brancos que reluziam ao sol,
e que me cicatrizavam quando enfim, descobri seu olhar em mim
e o seu sorriso iluminava a escuridão embaçada,
e em meu peito a chama queimava
enquanto lá fora, o meu amor começava a despontar
enquanto lá fora, a valsa continuava a bailar,
enquanto lá fora, a solidão desaparecia,
enquanto lá fora, a minha dor diminuía.
E os primeiros raios de sol surgiam ao horizonte,
assim como a primeira petala de flor desabrochava,
assim como o amor que nascia era a corrente que nos mantinham presos,
e nada mais importava além dos braços que me recebiam todas as tardes,
porque eu nada mais podia desejar além daqueles braços tão diferentes do meu,
e a mim, nada mais cabia além de dedicar-lhe minha vida,
porque eu poderia amar a sua dor, mesmo que eu não fosse causadora dessa dor,
porque eu poderia amar o seu amor, mesmo que esse amor não fosse meu,
e ele depositava em mim o seu mais doce olhar,
e tudo o que eu poderia ver era ele,
e o meu amor lhe pertencia,
porque se não fosse para ama-lo, oh Deus, qual o sentido então, de minha existência?
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